Pesquisa   Facebook Jornal Alvorada
Assinatura Digital

Login na sua conta

Username *
Password *
Lembrar-me

Criar uma conta

Campos marcados com (*) são obrigatórios.
Nome *
Username *
Password *
Confirmar Password *
Email *
Confirmar email *
Captcha *
Reload Captcha

Sindicatos lançam pré-aviso de greve em 10 aeroportos nacionais de 19 a 21 de Agosto

aeroporto de lisboa

Os sindicatos SINTAC e SQAC anunciaram hoje um pré-aviso de greve para os 10 aeroportos nacionais concessionados pela Vinci Aeroportos entre os dias 19 e 21 de Agosto.

“Perante a inflexibilidade das propostas apresentadas pela ANA/VINCI ao longo do último ano e a tentativa de reduzir direitos consagrados no Acordo de Empresa, atacando os direitos que os trabalhadores alcançaram ao longo de décadas, o SINTAC e o SQAC consideram urgente acabar com esta política cega e acabar com toda esta instabilidade”, referem os sindicatos em nota divulgada.

De acordo com os sindicatos Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (SINTAC) e dos Quadros da Aviação Comercial (SQAC), em causa estão a “reivindicação do levantamento da suspensão das contribuições para o fundo de pensões por parte da Vinci”, bem como a contratação de “mais recursos humanos para operações aeroportuárias, supervisores de operações de socorro e técnicos de manutenção nos vários aeroportos nacionais”.

O pré-aviso de greve foi lançado após auscultação dos trabalhadores e, segundo o documento, vai abranger “todos os trabalhadores de todos os aeroportos da ANA, concessionados pelo grupo Vinci Aeroportos”, entrando em vigor às 00h00 de 19 de Agosto e prolongando-se até ao fim do dia 21 de Agosto.

O SINTAC e o SQAC apontam que este pré-aviso surge “após várias tentativas, ao longo dos últimos anos, de evitar que uma greve fosse adiante”.

Os dois sindicatos pedem, então, a reposição das contribuições para o fundo de pensões dos trabalhadores, que a Vinci Aeroportos “deixe de tentar destruir os direitos obtidos ao longo de décadas pelos trabalhadores da ANA”, aumente “dignamente o salário dos seus trabalhadores, tendo em conta os seus resultados e a inflação” e “tome medidas urgentes no sentido de contratar os recursos humanos em falta”.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Direitos Reservados