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Risco de incêndio florestal na região Oeste varia entre o moderado a elevado e máximo

Floresta

A região Oeste divide-se hoje em relação aos riscos de incêndio rural, entre o moderado, elevado e máximo, de acordo com a informação do IPMA - Instituto Português do Mar e Atmosfera. Os concelhos da Lourinhã, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Alcobaça e Nazaré enfrentam hoje um risco moderado, enquanto que os concelhos de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço estão entre os concelhos de Portugal continental com risco máximo de incêndio rural. Já os concelhos de Óbidos, Caldas da Rainha, Cadaval e Alenquer registam o risco elevado.

É esta a situação dentro dos cinco níveis de risco de incêndio determinado pelo IPMA, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave. Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Para o dia de hoje o IPMA prevê pouco nebulosidade e pequena subida da temperatura máxima, com vento mais intenso nas terras altas e na faixa costeira ocidental. As temperaturas máximas vão oscilar entre os 31º, em Évora e Faro, Évora e Santarém, e os 22º, no Porto e em Viana do Castelo. Na Lourinhã são esperados 22º de máxima e a mínima deverá chegar aos 17º.

Estamos a viver o período crítico de risco de incêndio rural até 30 de Setembro, alertando as autoridades que é proibido fazer queimada extensiva sem autorização, o mesmo sucedendo para a queima de amontoados e a utilização de fogareiros e grelhadores é igualmente proibido em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito. É ainda proibido fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais e lançar balões de mecha acesa e foguetes. O uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da câmara municipal. É proibido fumigar ou desinfestar em apiários excepto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas.

Texto: ALVORADA com agência Lusa. Foto: Paulo Ribeiro/ALVORADA (arquivo).