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Covid-19: CHO abriu processo de averiguações por morte de doente junto ao Hospital de Torres

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O CHO - Centro Hospitalar do Oeste desmente, em comunicado enviado ao ALVORADA, que as notícias em torno da morte de um doente, dentro de uma ambulância junto ao Hospital de Torres, “não correspondem à realidade”, nomeadamente, sobre o facto de que esteve cerca de nove horas à espera para ser atendido. O Conselho de Administração da empresa pública que administra os três hospitais oestinos refere ainda que “está a decorrer um processo de averiguação dos factos”, pelo que não adianta mais pormenores sobre este caso.

Em causa está o falecimento de um idoso, residente num lar do concelho de Mafra, que, segundo a SIC, padecia de diversos problemas de saúde, nomeadamente cardíacos. A edição de hoje do ‘Correio da Manhã’ refere que o doente apresentava “sérias dificuldades respiratórias” quando chegou ao hospital torriense, por volta das 3h00 da madrugada, transportado numa ambulância dos Bombeiros Voluntários de Mafra. A espera de várias horas junto à Área Dedicada para Doentes Respiratórios (ADR-SU) do Hospital de Torres Vedras deveu-se, segundo o jornal, ao facto da unidade hospitalar “estar à beira da ruptura”. As ambulâncias são obrigadas a aguardarem muito tempo pelo facto de não haver camas disponíveis no hospital para receberem os doentes.

Em face dos problemas que este hospital está a viver, o Conselho de Administração do CHO confirma que “nos últimos dias tem-se verificado uma elevada afluência de doentes à ADR-SU do Hospital de Torres Vedras, o que tem provocado alguns constrangimentos no que concerne ao tempo de espera para atendimento”.  

Quanto às tendas instaladas pela Protecção Civil junto ao Hospital de Torres Vedras, tem “o intuito de aumentar a capacidade de resposta à pandemia de Covid-19”. “Estas tendas serão utilizadas para a realização de colheitas para testes de diagnóstico à Covid-19, para a realização de pensos a utentes Covid-19 e servirão de apoio aos utentes que estão a aguardar atendimento nas consultas externas”, esclarece o Conselho de Administração do CHO.

Texto: ALVORADA