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Monkeypox: Número de infecções em Portugal sobe para 846 revela DGS

Monkeypox DGS

O número de casos confirmados em Portugal de infecção pelo vírus Monkeypox subiu para 846, mais 36 do que o total comunicado na semana passada, informou hoje a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Os dados da DGS são divulgados semanalmente às quintas-feiras e atualizados até à quarta-feira anterior. Os primeiros cinco casos foram confirmados em Portugal em 3 de Maio.

Segundo a informação hoje divulgada pela DGS, dos 749 casos de infecção indicados até quarta-feira ao Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, a maior parte (337) são pessoas entre os 30 e os 39 anos e homens (742).

A 16 de Julho foi iniciada a vacinação dos primeiros contactos próximos de infectados, sendo que até 21 de Agosto foram vacinados 286 contactos.

A DGS refere que continuam a ser identificados e orientados para vacinação os contactos elegíveis nas diferentes regiões, assinalando que, em articulação com o regulador nacional do medicamento e a comissão técnica de vacinação, "está a analisar e a avaliar as condições de operacionalização/disponibilização e equidade na gestão da reserva limitada de vacinas para a abordagem da vacinação preventiva". "Esta análise e avaliação abrange aspectos técnicos e logísticos, além da autorização de utilização excepcional e capacitação de profissionais de saúde para a utilização de doses reduzidas de vacinas para adultos", refere a instituição pública.

De acordo com a Direcção-Geral da Saúde, os sintomas mais comuns da infecção por Monkeypox são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

O vírus Monkeypox transmite-se por contacto físico próximo, nomeadamente com as lesões ou fluidos corporais, ou por contacto com material contaminado, como lençóis, atoalhados ou utensílios pessoais.

Hoje, a Organização Mundial da Saúde apontou para sinais de desaceleração da epidemia na Europa. Portugal é um dos países europeus como mais casos diagnosticados.

Texto: ALVORADA com agência Lusa