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Municípios defendem um plano ferroviário que racionalize os transportes

Linha do Oeste 20

O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Manuel Machado, disse hoje, em Coimbra, que o Plano Nacional Ferroviário corresponde a uma expectativa que os autarcas “encorajam”, para “racionalizar o sistema de transporte de pessoas e mercadorias”.

"Está a ser desenvolvido um trabalho” para “racionalizar, pelo todo do território nacional, em articulação com a vizinha Espanha, o sistema de transporte de pessoas e mercadorias incluindo o transporte ferroviário", disse o presidente da ANMP, que acredita que esse trabalho, esse plano, conseguirá corresponder à expectativa das autarquias,

Essa operação, coordenada por Frederico Francisco, integra a empresa Comboios de Portugal (CP), o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e a Infraestruturas de Portugal (IP), entre outras entidades.

Manuel Machado, que falava hoje aos jornalistas, em Coimbra, depois deter participado numa reunião do Conselho Directivo (CD) da Associação de Municípios, durante a qual foi apresentado o trabalho já realizado nesse sentido, recordou que o Plano Nacional Ferroviário trata de repensar a ferrovia a longo prazo, para além das intervenções que “estão a decorrer no âmbito de planos de investimento, que já são conhecidos, como a linha da Beira Alta e outras”Esta “requalificação das linhas ferroviárias existentes, de maneira a aumentar a eficácia do serviço público pela ferrovia” é igualmente destacada pelo também presidente da Câmara de Coimbra.

Está a ser ponderada “a articulação da ferrovia com a rodovia nos sítios estratégicos, seja para o transporte de pessoas, quer de mercadorias. As autoestradas são relevantes e há sempre a velha preocupação, já muito antiga, em ligar ao interior, também em determinados sítios à fronteira ou para lá da fronteira” sublinhou.

Manuel Machado considera que esta compatibilidade de meios de transporte deve ser encarada por “inteiro”, pois há territórios que não têm ferrovia. O autarca deu o exemplo de ‘Bragança ou Vila Real’, referindo que tudo isso foi ponderado, salvaguardando que, o que hoje foi apresentado na reunião do CD da Associação de Municípios foi um “arranque do trabalho para reflexão, complemento e depois para execução”.

O Plano Nacional Ferroviário foi apresentado à ANMP, para depois ser apresentado às comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e, posteriormente, se realizarem reuniões com os municípios.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Paulo Ribeiro/ALVORADA (arquivo)