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Pedida isenção de portagem na A8 para reduzir tráfego no acesso a Torres Vedras

A8 assistencia 1

Uma petição, com uma centena de subscritores, foi entregue na Assembleia Municipal de Torres Vedras a pedir a isenção de portagens na autoestrada A8 entre dois troços para reduzir o tráfego automóvel dentro da cidade.

No período de intervenção do público da assembleia desta quarta-feira à noite, Pedro Barata, primeiro subscritor, explicou que a petição pede a reclassificação da autoestrada A8 (Lisboa/Leiria), entre os troços 8 (Torres Vedras Centro/Alenquer/Cadaval) e 9 (Ramalhal/Lourinhã/Vimeiro), "como troço de tráfego local, com a isenção da taxa de portagem”. Os subscritores alegam que as estradas nacionais 8 e 8-2 “estão altamente congestionadas” na entrada norte da cidade, apresentando-se a A8 como “alternativa ao afunilamento do tráfego e mais sustentável”Contudo, as portagens que são cobradas entre os dois troços “são penalizadoras e representam um entrave às opções dos utilizadores, que se veem empurrados para as vias nacionais de acesso à cidade”.

Face ao congestionamento de tráfego na entrada norte da cidade e à ausência de uma variante, os subscritores defendem que a A8 se afigura como a “variante capaz de distribuir o tráfego automóvel e é a solução mais sustentável” do ponto de vista ambiental.

A presidente da câmara, Laura Rodrigues, respondeu que este município do oestino “está disponível para analisar a situação” e admitiu ser uma solução, à qual a autarquia “vai dar atenção”.

A Câmara de Torres Vedras vai receber sete milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para construir a ligação rodoviária entre a autoestrada A8 e a área empresarial das Palhagueiras, onde estão diversas centrais hortofrutícolas, tendo o contrato de financiamento sido assinado em Janeiro. Contribuindo com melhores condições de circulação e segurança, a via constitui também uma alternativa rodoviária, desviando o tráfego de veículos pesados do centro da vila de A-dos-Cunhados, minimizando assim o risco de atropelamentos, diminuindo o tempo de percurso e contribuindo para a redução de gases de efeito estufa ao diminuir o congestionamento automóvel. É estimada uma redução de tempos de percurso de 25% com a execução desta infraestrutura. A via deverá estar concluída até final de 2025.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: AE (arquivo)