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Peniche: Aida Rechena anunciada directora do Museu Nacional da Resistência e Liberdade

Museu da Resistencia Peniche

Aida Rechena, a antiga directora do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa, foi escolhida para a direcção do Museu Nacional da Resistência e Liberdade, em Peniche.

Os novos diretores dos museus nacionais do Azulejo, dos Coches, de Etnologia, do Teatro e da Dança, e Resistência e Liberdade, cujos nomes foram hoje anunciados pela Direcção-Geral do Património Cultural, entram em funções em 1 de Agosto.

Num comunicado hoje divulgado, a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) anunciou que “foram concluídos mais cinco procedimentos concursais” relativos à direção de museus, monumentos e palácios nacionais e que “os dirigentes ora nomeados entram em funções a 1 de Agosto próximo”.

Com 58 anos, Aida Rechena é “técnica superior da DGPC, licenciada em História pela Universidade de Lisboa (1985), especializada em Arqueologia (1993), mestre em Museologia (2003) e doutora em Museologia (2011)”. “Museóloga no Museu Nacional da Resistência e Liberdade desde Março de 2019, foi directora do Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado e Casa-Museu Anastácio Gonçalves (2016-2017), do Museu Francisco Tavares Proença Júnior em Castelo Branco (2005-2016), do Museu da Guarda (2012-2015) e chefe da Divisão de Cultura e Património da Câmara Municipal de Odivelas (2003-2005)”, recorda a DGPC.

Em setembro de 2020, a DGPC tinha indicado à Lusa que os concursos, lançados em Maio e Junho desse ano, tinham recebido um total de 146 candidaturas, entre as quais 32 de cidadãos estrangeiros, a maior parte de Espanha e Brasil. "Entre os 146 candidatos que se apresentaram aos concursos figuram 32 cidadãos estrangeiros, verificando-se que, apesar da presença de diversas nacionalidades, a maior parte das candidaturas internacionais provem de Espanha e do Brasil. Há quatro candidatos portugueses com dupla nacionalidade", precisava a DGPC.

Em Maio e Junho do ano passado, este organismo do Ministério da Cultura publicou os avisos de abertura de concursos para a direcção de museus, palácios e monumentos tutelados, ambos publicitados em Diário da República e na imprensa nacional e internacional. Depois da fase de recepção de candidaturas, seguiram-se a selecção legalmente definidas para este tipo de procedimento concursal, nomeadamente a avaliação dos candidatos por júris.

Estão ainda a decorrer concursos para as direções de vários museus, entre os quais o Mosteiro de Alcobaça e o Palácio Nacional de Mafra.

Quando o novo regime jurídico de autonomia de gestão dos museus entrou em vigor, em Junho de 2019, mais de metade dos directores dos museus e monumentos da DGPC ficaram em regime de substituição, a aguardar concurso. No quadro do novo regime, os directores passam a ser recrutados através de concursos públicos, entre candidatos com vínculo ou sem vínculo à administração pública, em Portugal ou no estrangeiro, para comissões de serviço de três anos, com a limitação máxima de dez anos.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Paulo Ribeiro/ALVORADA (arquivo)