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COVID-19: 200 trabalhadores de fábrica de conservas de Peniche com testes negativos

covid 19 J

As duas centenas de trabalhadores da fábrica de conservas ESIP, de Peniche, que se mantêm em quarentena, já realizaram o teste à Covid-19 e os resultados foram todos negativos, disse hoje fonte da empresa. "Todos os cerca de 200 trabalhadores enviados para casa na semana passada foram testados e os testes estão todos negativos", afirmou à agência Lusa John Merva, director da comunicação para a Europa da multinacional tailandesa Thai Union, a que pertence a conserveira European Seafood Investiment Portugal (ESIP). As duas centenas de trabalhadores vão regressar ao trabalho logo que termine o período da quarentena.

No passado dia 20 de Maio, um trabalhador apresentou sintomas do novo coronavírus, foi sujeito ao teste da Covid-19 e, na segunda-feira passada, obteve resultado positivo. O operário encontra-se em casa em isolamento profilático e não apresenta sintomas graves. Por esse motivo, empresa e a Autoridade de Saúde de Peniche decidiram testar duas centenas de trabalhadores, dos 850 que a fábrica possui, e esses profissionais estão em quarentena em casa, sem apresentarem sintomas.

John Merva explicou à Lusa que, desde o início da pandemia, no âmbito do plano de contingência, a unidade "separou turnos e áreas", o que permitiu confinar o eventual foco de contaminação apenas aos trabalhadores que "estiveram em contacto com o profissional infectado". Por isso, os restantes "não precisam de estar em isolamento ou serem submetidos a testes".

Para o regresso das duas centenas de trabalhadores, a indústria conserveira está a efectuar "trabalhos para melhorar as medidas de distanciamento social e a rever a separação de turnos para garantir a máxima segurança", adiantou o responsável. Desde que foi detectado o caso positivo, a conserveira desinfectou áreas que foram usadas por esse trabalhador, incluindo salas de descanso, vestiários e áreas laborais.

Dentro do seu plano de contingência, a conserveira já tinha adoptado a medição de temperatura corporal dos funcionários à entrada de cada turno, o uso de equipamentos de protecção individual, a higienização regular das mãos e o reforço da limpeza.

Texto: ALVORADA com agência Lusa