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União de Freguesias da Lourinhã e Atalaia considera urgente mudança de instalações da Repartição de Finanças

Reparticao de Financas

O executivo da UFLA - União de Freguesias da Lourinhã e Atalaia apelou ao Governo e ao Presidente da República para a necessidade urgente da reinstalação da Repartição de Finanças num local de fácil acessibilidade no centro da vila. Em comunicado enviado ao ALVORADA, a autarquia informa que remeteu ofícios para os dois órgãos de soberania, em que alerta para o facto da instalação dos serviços desconcentrados do Ministério da Finanças “está há vários anos localizada num primeiro andar de um prédio em que o único acesso é uma escada com 27 degraus, não possui equipamentos auxiliares mecânicos (elevador) para cidadãos com mobilidade reduzida e não dispõe de sanitários para o público”.

O órgão autárquico presidido por Pedro Margarido destaca que desde 2015 que a Câmara Municipal da Lourinhã encetou conversações com a Autoridade Tributária com vista à mudança de instalações da Repartição das Finanças. “Em 2019 foi recepcionada pela Câmara Municipal uma resposta da Autoridade Tributária que sucintamente reconhecia a necessidade urgente de mudança de instalações e refere que, por despacho de 7 de Março de 2019, foi determinado a abertura de procedimento de reinstalação da Serviço de Finanças da Lourinhã e aguarda a assinatura do Secretário de Estado do Orçamento, desde Fevereiro do corrente ano”, afiança o autarca.

A UFLA garante foi encontrada uma alterativa de espaço para albergar este serviço público, tratando-se “um novo espaço em rés-do-chão localizado no centro da vila da Lourinhã, com excelentes acessibilidades, proximidade e com a área total de 385m2”, que desta forma permitiria resolver as “condições precárias de atendimento aos cidadãos”. Trata-se de um antigo espaço comercial arrendado pelo Município da Lourinhã com este objectivo, localizado na Avenida António José de Almeida, defronte da agência da Caixa Geral de Depósitos, ao lado da sede da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Lourinhã.

“Esta é uma situação incompreensível que causa grande transtorno, principalmente à população sénior e a Junta da União das Freguesias de Lourinhã e Atalaia está ao lado da Câmara Municipal na defesa dos interesses da população da Lourinhã e vamos insistir para a rápida resolução deste impasse, preso nos gabinetes do Governo por causa de uma assinatura que se resolvia em cinco minutos”, conclui o presidente Pedro Margarido.

Texto: ALVORADA
Fotografia: Sofia de Medeiros/ALVORADA