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ESCO produziu e doou cerca de 10.000 viseiras

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Foram cerca de 10.000 as viseiras, umas a laser e outras em 3D, produzidas pela ESCO - Escola de Serviços e Comércio do Oeste, doadas maioritariamente a instituições do Serviço Nacional de Saúde e de solidariedade social. Foram feitas ainda doações a pequenas empresas e a particulares, que, pela natureza da sua actividade, têm contacto com o público, podendo por isso estar em causa a sua segurança.

A instituição escolar torriense esteve, desde o dia 23 de Março, a produzir viseiras para uso dos profissionais de saúde do Serviço Nacional de Saúde e de outras instituições de solidariedade social, num esforço conjunto com empresas e particulares do Oeste e da Grande Lisboa.

Num comunicado enviado ao ALVORADA, é referido que a ideia surgiu “na sequência de uma conversa num grupo de professores da ESCO e sucederam-se uma série de contactos que permitiram a constituição de um grupo, uma rede solidária, que foi aumentando”. O primeiro pedido veio do Centro Hospitalar do Oeste, em Torres Vedras, sendo, na altura, uma necessidade de caráter urgente. O protótipo foi criado e validado por profissionais desta instituição hospitalar.

A produção de viseiras contou com a participação mais activa do professor Álvaro Brito, coordenador do Curso Técnico de Programação de Sistemas Informáticos, e outros professores que se disponibilizaram para as entregas, além da colaboração de particulares e de empresas e instituições, na doação de material e na produção. “Sendo dois dos valores base da nossa escola a Solidariedade e a Responsabilidade, a ESCO não podia deixar de assumir a sua responsabilidade social perante a comunidade”. Neste momento, o mercado já disponibiliza este tipo de material de protecção, “pelo que consideramos, por agora, concluída esta nossa missão solidária. Afinal, todos somos poucos”.

Texto: ALVORADA
Fotografia: ESCO