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DIÁSPORA-COVID-19: testemunho de Norberto Teles, da Lourinhã, residente em França

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Como está a viver a Diáspora da Lourinhã este novo tempo, em que o centro das atenções é a pandemia da Covid-19? O ALVORADA iniciou a partilha de testemunhos de vida dos emigrantes lourinhanenses que se encontram espalhados pelos quatro cantos do mundo.

Neste tempo difícil que todos atravessamos, com uma pandemia que reduz ao máximo o contacto entre todos, queremos desta forma manter bem vivo o que nos une. Queremos contribuir para que quem esteja longe, fique mais perto de nós, na Lourinhã.

Partilhe e, caso tenha algum familiar e amigo que queira que o contactemos, para aqui deixar o seu testemunho, envie-nos mensagem pelo nosso Facebook ou para o endereço electrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Fique em segurança. Cuide de si e dos outros!

Este 47º testemunho é de Norberto Alexandre Teles, da Lourinhã, residente em Venissieux, Lyon, França. Está emigrado desde 2013 e trabalha na área dos transportes, na empresa MRTI. Actualmente conduz um camião-reboque que transporta caixas para a Chronopost.

As minhas férias, normalmente, são repartidas entre Portugal e França, mas este ano não vai acontecer por ter receio de espalhar o vírus. Vivo num apartamento que partilho com o meu primo Jorge de Benavente, no Ribatejo, e com o amigo Daniel também ele da Lourinhã.

A pandemia Covid-19 não alterou muito o meu trabalho, uma vez que o conteúdo das caixas que transportamos é material farmacêutico, hospitalar e alimentar. Faz com que sejamos um transporte de primeira necessidade. A firma onde trabalho forneceu sempre o material de protecção individual (máscaras, luvas, líquido de limpeza e álcool gel). A máscara é obrigatória nos locais de trabalho, locais públicos e transportes, e há a recomendação de lavar as mãos sempre que tenhamos tocado em algo.

A situação em França foi bastante complicada com uma enorme quantidade de mortos, chegando a haver dias com mais de 1400 mortes. Com a abertura parcial desde o dia 11 de Maio, estão a ocorrer algumas alterações nas regras no dia-a-dia e uma delas é a distância social. 

Deixo uma mensagem de incentivo e esperança a todos, e em especial à minha família, porque tudo isto é duro e bastante mau, mas vamos ter fé e esperança de que o futuro vai abençoar-nos com muitas alegrias e trazer-nos muitas felicidades. Beijos e abraços.