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DIÁSPORA-COVID-19: testemunho de João Fonseca, da Atalaia, residente na Alemanha

joaodafonseca

Como está a viver a Diáspora da Lourinhã este novo tempo, em que o centro das atenções é a pandemia da Covid-19? O ALVORADA iniciou a partilha de testemunhos de vida dos emigrantes lourinhanenses que se encontram espalhados pelos quatro cantos do mundo.

Neste tempo difícil que todos atravessamos, com uma pandemia que reduz ao máximo o contacto entre todos, queremos desta forma manter bem vivo o que nos une. Queremos contribuir para que quem esteja longe, fique mais perto de nós, na Lourinhã.

Partilhe e, caso tenha algum familiar e amigo que queira que o contactemos, para aqui deixar o seu testemunho, envie-nos mensagem pelo nosso Facebook ou para o endereço electrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Fique em segurança. Cuide de si e dos outros!

Este 28º testemunho é de João Carlos Filipe da Fonseca, de 57 anos, da Atalaia e residente em Bensheim, na Alemanha. Emigrado há 35 anos, João Fonseca é casado com Fátima, tem dois filhos, a Tanja e o Patrick, nascidos na Alemanha e a viverem em Portugal, e tem um neto, o Manel, esperando em breve o segundo.

Como os filhos vivem em Portugal, viajamos várias vezes por ano de avião para estar com a família e amigos. Este ano tudo vai ser diferente. Temos quatro voos já comprados e o primeiro para depois da Páscoa. Acho que devido a todos estes problemas com o coronavírus, já não os vamos visitar e não sabemos quando será.

Quanto à vida aqui na Alemanha, de momento está como em todo o mundo, complicada. A empresa onde trabalho ainda está a trabalhar mas há muita gente a trabalhar de casa e nos supermercados está também muito complicado com segurança à porta para apenas entrar um pequeno número de clientes de cada vez.

Na nossa empresa estamos divididos por grupos, sem contacto, para no caso de alguém ficar infectado, apenas esse grupo fica de quarentena. São tempos muitos difíceis.

A todos os conterrâneos apelo para que respeitem as ordens e recomendações governamentais, para que juntos possamos vencer este inimigo invisível, desejando muita coragem e força para os nossos agricultores que mais do que nunca se vê o quanto necessitamos deles... bem hajam. Obrigado.