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Governo deverá empossar este mês o novo Conselho de Administração

Fotografia: Sofia de Medeiros/Jornal ALVORADA (Arquivo)

hospitalcaldasrainha

A passagem do estatuto jurídico do CHO - Centro Hospitalar do Oeste de Sector Público Administrativo para Sector Público Empresarial, publicada em Diário da República no passado dia 18 de Junho, tem como consequência directa a nomeação de um novo Conselho de Administração por parte do Ministério da Saúde. Segundo avançou na última edição o semanário ‘Gazeta das Caldas’, Elsa Baião será a futura presidente do CHO, sucedendo no cargo a Ana Paula Harfouche que, apesar de ter sido escolha do ministro Adalberto Campos Fernandes em 2016, não será reconduzida no cargo.

Desde meados de Junho, com a publicação do decreto-lei que o Conselho de Administração se mantém em gestão corrente. Confirmando-se a notícia, o organismo público que tutela os três hospitais oestinos terá como primeira responsável a actual presidente da Comissão Coordenadora de Cuidados Continuados da Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo. Elsa Baião foi também administradora do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo. Ainda de acordo com o semanário caldense, ainda falta indigitar pela tutela um dos membros do futuro Conselho de Administração, do qual farão parte Ivo Oliveira, como vogal, e Francisco Sanchez, um médico galego dos quadros do Hospital das Caldas da Rainha, que terá a função de director-clínico, sucedendo a António Curado. Já Lurdes Ponciano, do Hospital de Torres Vedras, continuará como enfermeira-directora.

O Ministério da Saúde não confirma nem desmente a escolha de Elsa Baião e dos restantes novos do futuro Conselho de Administração do CHO mas o ALVORADA apurou que a tomada de posse dos novos responsáveis deverá ocorrer este mês nas Caldas da Rainha, onde está sediada a instituição. O CHO - EPE foi criado com um capital social de sete milhões de euros mas deverá continuar a enfrentar dificuldades financeiras para pagar os compromissos correntes e a dívida, bem como a eterna falta de pessoal, nomeadamente ao nível de médicos especialistas e de enfermeiros, para poder cumprir a sua função para com a população oestina.

O CHO, constituído por três unidades hospitalares localizadas em Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras, é responsável pela prestação directa de cuidados de saúde a uma população de cerca de 292 mil residentes e desenvolve a sua actividade em articulação com os Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) do Oeste Norte e do Oeste Sul. Segundo refere o Decreto-Lei publicado pelo Governo, “a região da área de influência do Centro Hospitalar do Oeste é um polo de forte atracção turística, em particular nos meses de Primavera e Verão. A transformação do Centro Hospitalar do Oeste, hoje integrado no Sector Público Administrativo (S. P. A.), numa Entidade Pública Empresarial (E. P. E.), através da alteração do seu estatuto jurídico, constitui uma oportunidade de desenvolvimento de princípios de bom governo e de adopção de um novo modelo de funcionamento”.

Com esta alteração jurídica, espera o Ministério da Saúde que o CHO passe a ter uma organização integrada e conjunta que “tornará mais eficiente a gestão das unidades hospitalares envolvidas, numa lógica de integração e complementaridade, concentração de recursos e compatibilização de desígnios estratégicos, permitindo também a obtenção de ganhos de eficiência”.