Pesquisa   Facebook Jornal Alvorada

Assinatura Digital

Mais de 20.300 infrações durante a campanha de segurança rodoviária 'Cinto-me vivo'

GNR 20

Mais de 20.300 infrações, entre as quais 966 relativas à não utilização ou uso incorrecto dos dispositivos de segurança, foram detectadas durante a campanha 'Cinto-me Vivo', segundo dados da PSP, GNR e Autoridade Nacional de Segurança Rodovária.

Durante esta campanha conjunta da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), GNR e PSP, que decorreu entre os dias 12 e 19 deste mês, as autoridades fiscalizaram 95.073 veículos e registaram um total de 20.365 infrações.

No período da campanha, que integrou acções de sensibilização, pela ANSR, informando sobre os perigos, impactos e consequências de não utilizar correctamente os dispositivos de segurança, e operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, foram registados igualmente um total de 3.183 acidentes, de que resultaram nove vítimas mortais, 63 feridos graves e 1.048 feridos ligeiros.

Relativamente ao período homólogo de 2021, verificaram-se mais 376 acidentes, mais duas vítimas mortais, menos 10 feridos graves e mais 191 feridos ligeiros.

As nove vítimas mortais, oito do sexo masculino, tinham idades entre 24 e 78 anos.

Os nove acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Braga (2), Vila Real, Porto, Leiria, Lisboa, Setúbal, Évora e Faro.

Em comunicado, a ANSR, GNR e PSP explicam que foram sensibilizados 364 condutores e passageiros a quem foram transmitidas diversas mensagens sobre a importância do uso correcto dos dispositivos de segurança.

A campanha, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022, foi divulgada nos meios digitais, tendo sido realizadas cinco acções de sensibilização da ANSR em simultâneo com as operações de fiscalização da responsabilidade da GNR e PSP, nas localidades de Carcavelos, Bragança, Viseu, Vila Real, Viana do Castelo, Portalegre e na Região Autónoma da Madeira.

A campanha 'Cinto-me Vivo' visou alertar os condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correcta, os dispositivos de segurança.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Paulo Ribeiro/ALVORADA (arquivo)