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Covid-19: EMA dá ‘luz verde’ a medicamento da AstraZeneca para prevenir a doença

covid 19 J

A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) recomendou hoje a autorização do medicamento Evusheld, desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca, para prevenir a Covid-19 em pessoas a partir dos 12 anos.

“O Comité de Medicamentos Humanos (CHMP) da EMA recomendou a autorização de introdução no mercado para o Evusheld, desenvolvido pela AstraZeneca AB para a prevenção da Covid-19 em adultos e adolescentes a partir dos 12 anos de idade, com pelo menos 40 quilos de peso e antes da exposição potencial ao vírus SARS-CoV-2”, adiantou o regulador europeu.

Em comunicado, a EMA salientou que os seus especialistas concluíram que os “benefícios do medicamento são maiores do que os seus riscos na utilização aprovada” e vai agora enviar a sua recomendação à Comissão Europeia para uma decisão rápida aplicável em todos os Estados-membros.

A EMA explicou que o Evusheld é composto pelas substâncias activas 'tixagevimab' e 'cilgavimab', dois anticorpos monoclonais projectados para se ligarem à proteína ‘spike’ do vírus SARS-CoV-2 em locais diferentes. “Quando os anticorpos do Evusheld se ligam à proteína ‘spike’, o vírus não pode entrar nas células para se multiplicar e é incapaz de causar infecção”, adiantou a autoridade europeia.

Para chegar à decisão hoje anunciada, o CHMP avaliou os dados de um estudo realizado com mais de 5.000 pessoas, que mostram que o Evusheld, administrado através de injecções, reduziu o risco de infecção em 77%, com a protecção contra o vírus estimada em pelo menos seis meses. De acordo com a EMA, o perfil de segurança do Evusheld é “favorável” e os efeitos secundários são geralmente leves, com um pequeno número de pessoas a relatar reações no local de injecção ou hipersensibilidade.

O regulador europeu salientou ainda que os dados do estudo foram recolhidos antes do aparecimento da variante Ómicron do SARS-CoV-2, que é responsável pela maioria das infecções no mundo. O Evusheld foi avaliado no âmbito da 'Open', uma iniciativa iniciada em Dezembro de 2020 com o objetivo de reforçar a colaboração internacional na avaliação das vacinas e tratamentos da Covid-19 na União Europeia.

Texto: ALVORADA com agência Lusa