Pesquisa   Facebook Jornal Alvorada
Assinatura Digital

Login na sua conta

Username *
Password *
Lembrar-me

Criar uma conta

Campos marcados com (*) são obrigatórios.
Nome *
Username *
Password *
Confirmar Password *
Email *
Confirmar email *
Captcha *
Reload Captcha

Ucrânia: Portugal concedeu 14.598 pedidos de protecção temporária

SEF Ucrania

Portugal concedeu até hoje 14.598 pedidos de protecção temporária a pessoas chegadas da Ucrânia em consequência da situação de guerra, segundo a última actualização feita à Lusa pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

O SEF precisa que os 14.598 pedidos de protecção temporária foram feitos desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, em 24 de Fevereiro passado, um número atulizado ao final da tarde de hoje.

Portugal tinha concedido, até ao final do dia de quinta-feira, 13.237 pedidos de protecção temporária a pessoas vindas da Ucrânia devido à guerra.

O SEF tem uma plataforma ‘online’, em três línguas diferentes, para pedidos de protecção temporária por residentes ucranianos. A plataforma ‘SEFforUkraine.sef.pt’ “possibilita a todos os cidadãos ucranianos e seus familiares (agregado familiar), bem como a qualquer cidadão estrangeiro a residir na Ucrânia, fazer ‘online’ um pedido de protecção temporária de um ano, prorrogável por dois períodos de seis meses”, segundo o SEF.

No decorrer do processo para protecção temporária em Portugal, os cidadãos que a requeiram têm acesso aos números fiscal, de Segurança Social e do Serviço Nacional de Saúde, pelo que podem beneficiar assim destes serviços e ingressar no mercado de trabalho. A plataforma contém ainda informação relativa aos demais aspectos de acolhimento e integração de pessoas deslocadas.

A Rússia lançou a 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, um ataque que foi condenado pela generalidade da comunidade internacional. Os últimos dados da ONU indicam que mais de 3,2 milhões de pessoas fugiram da Ucrânia desde a invasão russa.

Texto: ALVORADA com agência Lusa