Pesquisa   Facebook Jornal Alvorada
Assinatura Digital

Login na sua conta

Username *
Password *
Lembrar-me

Criar uma conta

Campos marcados com (*) são obrigatórios.
Nome *
Username *
Password *
Confirmar Password *
Email *
Confirmar email *
Captcha *
Reload Captcha

Canabinoides: médicos de família debatem novas opções terapêuticas para a dor crónica

webinarcanabinoides

A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) vai realizar uma reunião subordinada ao tema 'Canabinoides na dor crónica - mitos, factos e opções terapêuticas'. A iniciativa está agendada para o próximo dia 22, terça-feira, pelas 19h00, em formato online. Resulta de uma parceria entre a APMGF e a Tilray Medical Portugal e é destinada a médicos de família, tendo como objectivo discutir o uso dos canabinoides para o tratamento da dor crónica, suas indicações e vantagens.

Moderada por Hugo Cordeiro, médico na Santa Casa da Misericórdia do Porto e na clínica médica Geridoc e membro do Grupo de Estudos de Dor da APMGF, a reunião vai contar com as apresentações de Artur Aguiar, médico especialista no tratamento de dor no IPO-Porto, que vai abordar a importância do sistema endocanabinoide e das potenciais aplicações terapêuticas da canábis medicinal, sobretudo para o tratamento da dor crónica; e de Raul Marques Pereira, responsável pela Consulta de Dor da USF Lethes, em Ponte de Lima, que vai falar sobre o estado da arte na utilização de canabinoides na dor e do seu uso prático em Cuidados de Saúde Primários.

A inscrição na reunião é gratuita, mas obrigatória e pode ser efectuada aqui!.

A dor crónica é definida como uma dor persistente ou recorrente durante pelo menos três a seis meses, que muitas vezes perdura além da cura da lesão ou da patologia que lhe deu origem, ou que existe sem lesão aparente. Além de ser causa de sofrimento, provocando insónias, ansiedade e depressão, podendo até levar ao suicídio, a dor crónica tem, também, repercussões na saúde física do doente. Por exemplo, pode levar a alterações do sistema imunitário, com consequente diminuição das defesas do organismo e aumento da susceptibilidade às infecções. A dor crónica tem repercussões sobre o doente e a sociedade, tanto pelo sofrimento que provoca, como pelos custos socioeconómicos que lhe estão associados.

Fonte: Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar