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Chuva regressa hoje e estende-se a todo o território do continente no domingo

IPMA chuva

A chuva vai regressar a todo o território de Portugal continental no domingo, prevendo-se também uma descida das temperaturas máximas, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com informação disponível na página do IPMA, para hoje e sábado já está prevista a possibilidade de aguaceiros fracos e dispersos, vento fraco, neblina ou nevoeiro matinal, formação de geada em alguns locais do nordeste transmontano e da Beira Alta. No sábado, está prevista também uma pequena descida da temperatura, em especial da máxima.

A previsão meteorológica aponta, para domingo, períodos de chuva a partir do início da manhã no Minho e Douro Litoral, estendendo-se depois às restantes regiões do continente. Para domingo está igualmente prevista a possibilidade de queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela para o final do dia, vento fraco a moderado, tornando-se gradualmente moderado a forte nas terras altas e neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais. É ainda aguardada, no domingo, uma nova descida da temperatura máxima em Portugal continental.

Hoje as temperaturas máximas variam entre os 15 graus Celsius (na Guarda) e os 22 (em Faro) e no domingo entre os 8 (na Guarda) e os 17 (em Faro). Quanto às temperaturas mínimas, hoje vão oscilar entre os 2 graus Celsius (em Bragança) e os 11 (em Beja e Faro) e no domingo entre 0 (em Bragança) e os 10 (em Faro).

A falta de chuva tem vindo a afectar Portugal continental há alguns meses, tendo agravado os níveis de seca. O mês de Janeiro foi o quinto mais quente desde 2000, tendo-se registado a temperatura máxima mais alta dos últimos 90 anos, e foi também o segundo mais seco, segundo dados divulgados pelo IPMA. O mês passado foi o sexto mais seco em 90 anos e o segundo pior desde 2000, superado apenas por Janeiro de 2005, em termos de precipitação. O relatório do IPMA indica que o valor médio da quantidade de precipitação foi muito inferior ao normal registado entre 1971 e 2000, correspondendo a apenas 12%.

No início deste mês, Vanda Pires, do Departamento de Clima e Alterações Climáticas do IPMA, alertava que não havia previsões de chuva, pelo menos até meados de Fevereiro e, a ocorrer, seriam valores inferiores ao que é normal.

O Governo restringiu o uso de várias barragens para produção de electricidade e para rega agrícola devido à seca em Portugal continental, revelou entretanto o ministro do Ambiente e Acção Climática. Em conferência de imprensa conjunta com a ministra da Agricultura após uma reunião da comissão de acompanhamento da seca, João Pedro Matos Fernandes afirmou que, de acordo com as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, há “80% de probabilidade” de 2022 ser um ano seco.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: IPMA (arquivo)