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Covid-19: Comparticipação de testes vai avançar “o mais rápido possível” promete Governo

Testes rapidos

O Governo vai "comparticipar o mais rapidamente possível" o custo dos testes de despiste da Covid-19, para serem mais utilizados pela população, disse hoje em Alenquer o secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

O Governo vai "comparticipar o mais rapidamente possível. Estamos a trabalhar nessa operacionalização para levar por diante essa testagem", referiu aos jornalistas António Lacerda Sales, à margem da inauguração de uma Unidade de Saúde Familiar em Alenquer. O secretário de Estado sublinhou que a testagem "é a única forma" de "quebrar as cadeias de transmissão". O governante incentivou por isso os cidadãos a utilizarem os testes, assim como a se vacinarem e a pedirem o certificado digital da Covid-19.

Para saírem ou entrarem nos concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, esclareceu, são exigidos testes negativos à Covid-19: os PCR, efectuados nas 72 horas anteriores, ou testes rápidos de antigénio, realizados 48 horas antes. Por enquanto são recusados os "auto-testes", pela eficácia ser mais reduzida e resultados não serem comunicados às autoridades de saúde. Em alternativa, podem ser apresentados os certificados digitais.

Esta quinta-feira, o Conselho de Ministros decidiu que a proibição de circulação para dentro ou para fora da Área Metropolitana de Lisboa (AML) se mantém no próximo fim-de-semana, mas quem tenha um certificado digital ou um teste negativo à covid-19 pode passar. De acordo com a ministra de Estado e da Presidência, poderão entrar e sair da Área Metropolitana as pessoas que tenham um certificado digital ou teste negativo à Covid-19 com resultado laboratorial, adiantando que as crianças até aos 12 anos não necessitam de apresentar teste.

Em Alenquer, o secretário de Estado da Saúde disse ainda que, desde 2015, foram contratados mais 583 médicos de família e 28.000 profissionais de saúde. Em relação à atividade assistencial, Lacerda Sales disse que este ano até Maio foram realizadas mais 3,1 milhões de consultas médicas não urgentes nos cuidados primários, mais 780 mil consultas hospitalares e mais 76 mil cirurgias por comparação com igual período de 2020, concluindo que os dados da actividade assistencial "estão muito próximos e a níveis compatíveis de 2019".

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Direitos Reservados