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Covid-19: ANF apela à mobilização de todos os farmacêuticos com competências para vacinar

Covid 19 vacina Moderna

A ANF - Associação Nacional das Farmácias considerou hoje que todos os farmacêuticos “com competências para vacinar devem ser mobilizados” e que as “discussões corporativas” em relação à administração das vacinas contra o SARS-CoV-2 são “absurdas e irrelevantes”.

Em comunicado, a ANF dá conta de que “todos os enfermeiros e farmacêuticos com competências para vacinar devem ser mobilizados” e que as “discussões corporativas em torno da vacinação, que há muito não fazem qualquer sentido, em tempo de pandemia são absurdas e irrelevantes”. A nota elucida que, no ano passado, 600.000 portugueses “optaram livremente por se vacinarem” em farmácias. Por isso, este “é o tempo de salvar vidas”, acrescentou a Associação Nacional de Farmácias.

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) manifestou-se contra a possibilidade de a vacinação ser alargada às farmácias, defendendo que o plano de imunização deve ser executado pelos profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Em entrevista à agência Lusa no passado dia 18, o coordenador da 'task force' para o plano de vacinação revelou que a segunda fase do processo vai ficar marcada pela activação de centros de vacinação rápida, farmácias e um ‘website’ para agendamento automático. Na ocasião, o vice-almirante Gouveia e Melo disse que está já prevista para Abril, quando se iniciar a segunda fase, a criação de postos de vacinação rápida ou massiva e o lançamento de uma nova página de Internet, ficando as farmácias reservadas para quando se detectarem limitações no sistema de administração de vacinas perante a maior disponibilidade esperada no segundo trimestre.

Posteriormente, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, adiantou que serão necessários 2.500 enfermeiros para a segunda fase de vacinação e que não haverá falta destes profissionais nos postos de vacinação.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Lusa (arquivo)