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Autárquicas: Líder do CDS avisa que “acabou” tempo em que se discutiam pessoas antes de projectos

eleicoes autarquicas de 2021

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, avisou hoje que, enquanto ocupar o cargo, “acabou o tempo” em que o nome das pessoas para ocupar lugares nas listas autárquicas é discutido antes de projectos e ideias.

No final de uma reunião com a Confederação do Turismo de Portugal, Rodrigues dos Santos foi questionado sobre a possibilidade de o líder da distrital de Lisboa do partido, o ainda deputado João Gonçalves Pereira, ficar de fora das listas conjuntas com o PSD para a capital. “Isso não está fechado. Eu disse no Conselho Nacional que, neste momento, discutimos princípios que presidirão à elaboração das nossas listas, como a idoneidade dos candidatos, a renovação das listas ou a representatividade local”, afirmou.

Nas negociações com o PSD para as listas de Lisboa, detalhou, os dois partidos estão a discutir programas eleitorais, depois falarão na “chave de repartição de lugares” e, só numa terceira fase, “as pessoas” que irão ocupar esses lugares. “Aquele tempo em que as pessoas eram discutidas em primeiro lugar, antes das ideias e projectos, acabou comigo enquanto líder do CDS-PP”, avisou.

De acordo com o líder do CDS-PP, quando chegar o momento de escolher os candidatos o partido seguirá os princípios que foram aprovados no sábado “por 96% dos conselheiros nacionais”. “Ouvir as propostas das nossas estruturas de base e a última palavra pertence à direção do partido”, afirmou. Perante a insistência se faz sentido deixar de fora destas listas o actual líder da distrital, Francisco Rodrigues dos Santos reiterou: “Não iniciámos essa conversa, será tida numa terceira fase”.

No sábado, na reunião do Conselho Nacional, o antigo vice-presidente do CDS-PP Adolfo Mesquita Nunes e João Gonçalves Pereira recusaram "saneamentos" na escolha dos candidatos autárquicos, enquanto o líder do partido considerou a crítica ofensiva e rejeitou "discursos fantasiosos".

Um dos assuntos mais falados na reunião de nove horas segundo contaram à Lusa fontes presentes na reunião, foi a possibilidade avançada pelo jornal 'online' Observador de a direção não indicar o líder da distrital e actual vereador na Câmara de Lisboa para a coligação PSD/CDS à capital, mesmo depois de o seu nome ter sido aprovado pela concelhia, juntamente com Diogo Moura e Nuno Rocha Correia.

Texto: ALVORADA com agência Lusa