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Mau tempo: comunidade marítima deve adoptar estado de vigilância permanente

mar

A Autoridade Marítima Nacional e a Marinha recomendam a toda a comunidade marítima que adopte um estado de vigilância permanente no mar e nas zonas costeiras e redobrem os cuidados tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras, devendo também reforçar a amarração das embarcações atracadas e fundeadas.

Numa nota divulgada no site, na quinta-feira, a Marinha alertou para o "agravamento excepcional" das condições meteorológicas e agitação marítima na costa norte, até ao final do dia de hoje, prevendo-se ondulação "com uma altura significativa, que poderá atingir os seis metros e uma altura máxima de dez metros".

"À população em geral, relembramos que se encontra em vigor um dever geral de recolhimento domiciliário, pelo que as pessoas devem permanecer em casa, em segurança, não se expondo desnecessariamente ao risco", acrescentam as autoridades.

Sete barras marítimas estão fechadas a toda a navegação e três condicionadas, devido à forte agitação marítima prevista até às 18h00 de hoje, com ondulação que poderá atingir 10 metros, segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

O Porto de Peniche figura entre as 37 barras do país que estão abertas à navegação. De acordo com o ‘site' da AMN, encontram-se encerradas à navegação as barras do porto de Caminha, Vila Praia de Âncora, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Figueira da Foz e Cascais. A barra do porto de Viana do Castelo está condicionada a embarcações de comprimento inferior a 30 metros, enquanto as do Douro e Aveiro estão condicionadas a embarcações de comprimento inferior a 35 metros.

Os distritos de Lisboa e Leiria e Coimbra estão sob aviso amarelo, devido à previsão de forte agitação marítima, sendo esperadas ondas de quatro a cinco metros, segundo o Instituto Português do Mar da Atmosfera (IPMA).

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Direitos Reservados (arquivo)