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Supremo Tribunal Administrativo nega provimento aos Estaleiros Navais de Peniche no concurso de novo ferryboat para Aveiro

ferry aveiro

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) negou o provimento ao recurso apresentado pelos Estaleiros Navais de Peniche, que solicitava que fosse anulada a decisão de adjudicação do concurso para a construção de uma embarcação para o Município de Aveiro. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara Municipal, Ribau Esteves, na última reunião pública do executivo, que espera que o ‘ferry’ fique pronto até 2023, e que "o acórdão do tribunal veio confirmar a validade e legalidade de todos os actos praticados pela Câmara Municipal de Aveiro no processo”.

O projecto de execução e a construção de um novo ferryboat eléctrico foi adjudicado ao agrupamento de empresas constituído pela NAVALTAGUS - Reparação e Construção Naval, S.A. e NAVALROCHA - Sociedade de Construção e Reparação Navais, S.A., num investimento do Município de Aveiro de 6.393.540 euros. O novo 'ferryboat', a operar nas travessias entre o Forte da Barra e São Jacinto, vai acabar com a emissão de 300 toneladas de CO2 pelo actual 'ferry' (na foto) e reduzir em cerca de 30% o consumo energético.

O presidente da Câmara de Aveiro lamentou também a especulação em torno das tecnologias relativas à transição energética, dando como exemplo o carregamento do novo 'ferryboat' eléctrico, cujo valor orçamental quadruplicou em três anos. Ribau Esteves referiu-se ao sistema de carregamento para o novo ferryboat eléctrico. “Para além dos custos normais destas tecnologias que são altos, está a acontecer uma especulação financeira brutal nesta tipologia de operações ligadas à introdução do modo eléctrico e, desde o orçamento base do sistema de carregamento, que tivemos há três anos, até à última versão os custos quadruplicaram”, relatou. “Nem tudo é pandemia, nem tudo é guerra, e há uma parte do disparo dos custos que está a acontecer que é especulação do mercado”, acrescentou.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: CMA