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Eleições PSD: Paulo Rangel reúne hoje com militantes do partido da Área Oeste em Torres Vedras

Paulo Rangel 112021 Lusa

O eurodeputado Paulo Rangel está hoje em Torres Vedras para participar, enquanto candidato à liderança do PSD, num encontro com militantes da Área Oeste. A sessão foi agendada para as 18h30 para decorrer na sede do PSD/Área Oeste, que envolve os concelhos da Lourinhã, Cadaval, Alenquer, Sobral de Monte Agraço, Arruda dos Vinhos e Torres Vedras. O programa do candidato na cidade torriense iniciou-se com uma visita ao Hospital de Torres Vedras, onde teve oportunidade de ser recebido pela presidente do Conselho de Administração do CHO - Centro Hospitalar do Oeste. Em cima da mesa estiveram os problemas que afectam este organismo que é responsável pela gestão dos três hospitais públicos da nossa região. 

As eleições directas para a liderança do PSD contam com dois candidatos: o actual líder Rui Rio e Paulo Rangel. Em relação à concelhia lourinhanense social-democrata, os apoios estão divididos por ambos os candidatos. Paulo Rangel conta hoje com alguns apoiantes do nosso concelho, nomeadamente Teresa Faria de Sousa, actual presidente da mesa da concelhia, e Mafalda Taborda Lourenço, ex-presidente da comissão política. Também Sérgio Fontes, presidente da comissão política do PSD/Lourinhã subscreveu, enquanto militante, a candidatura do eurodeputado.

Paulo Rangel esteve hoje em Lisboa onde manteve uma reunião de mais de hora e meia com a CIP (Confederação Empresarial de Portugal), tendo sido questionado sobre as medidas a adoptar pelo executivo para prevenir o aumento dos contágios com o novo coronavírus, num dia em que o Primeiro-Ministro está reunido com os partidos com representação parlamentar em São Bento. O eurodeputado defendeu que as medidas a adoptar pelo Governo para a prevenção da pandemia devem ser “moderadas e suaves” e lamentou que não tenham sido já anunciadas, prevenindo assim maiores restrições.

“A primeira coisa que critico é a circunstância de a reunião do Infarmed ter sido na sexta-feira, e nós estamos já quase a meio da semana e ainda não haver o quadro de medidas. Por uma questão de prevenção, e justamente para evitar o tal agravamento, devíamos ter as medidas, ainda que suaves, moderadas”, defendeu em declarações aos jornalistas.

Paulo Rangel considerou ainda que existe uma “falta de comunicação” com a população. “Não estamos a investir na pedagogia porque muita gente está certamente disposta a adotar certos comportamentos espontaneamente e tomar cuidados e prevenir, e prevenir-se, se estiver desperta para isso, se houver um alerta do Governo e das entidades responsáveis, em particular da DGS, para esse efeito”, sustentou.

Ainda que não tenha todas as informações, Paulo Rangel defendeu “um quadro de medidas moderadas de prevenção”. “Mas tenho pena de que já tenhamos demorado quatro ou cinco dias a adoptá-las porque podíamos perfeitamente já ter feito estas reuniões no sábado e ter já estas medidas a funcionar desde ontem. Lamento este atraso porque cada dia que passa estamos a perder na corrida e a pôr a hipótese de adotar medidas mais restritivas”, rematou.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Lusa