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OesteCIM aprovou realização de estudo sobre a saúde e para a construção de um novo hospital no Oeste

OesteCIM

A OesteCIM - Comunidade Intermunicipal do Oeste decidiu finalmente abrir o concurso público para a realização de um estudo sobre a política de saúde na região, que deverá indicar a futura localização de um novo hospital para a região, reclamado há vários anos pelas populações e respectivos autarcas.

A abertura do concurso para a realização do Estudo Sobre o Futuro da Política Pública de Saúde no Oeste “gerou consenso entre os presidentes de todas as câmaras que reconhecem a necessidade de um diagnóstico que identifique os recursos e debilidades do território”, disse hoje à agência Lusa o presidente do Conselho Intermunicipal da OesteCIM, o autarca socialista Pedro Folgado.

A deliberação foi aprovada por unanimidade no último conselho intermunicipal, o órgão que reúne os 12 autarcas, que decorreu esta quinta-feira nas Caldas da Rainha, que deram “um sinal claro de entendimento sobre a necessidade de fazer um levantamento dos problemas e que aponte soluções para o sector da saúde”, acrescentou o também presidente da Câmara Municipal de Alenquer.

O diagnóstico abrangerá desde os cuidados de saúde primários às respostas hospitalares, devendo “dar indicações sobre o perfil e a localização indicadas para a construção de um novo hospital para todo o Oeste”, disse ainda o presidente da OesteCIM. O concurso vai ser lançado com um valor máximo de 90 mil euros e a estimativa de Pedro Folgado é que “o estudo esteja concluído e em condições de ser apresentado dentro de seis meses”.

A adjudicação do estudo é umas das medidas que tem sido discutida pelas autarquias depois de, em Setembro de 2019, ter sido criado um grupo de trabalho para começar a estudar a implantação de um novo e único hospital central na região. O grupo junta elementos da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), da OesteCIM e do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), que integra os hospitais das Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche, responsáveis pela prestação de cuidados a cerca de 293 mil pessoas dos vários concelhos.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Paulo Ribeiro/ALVORADA (arquivo)