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COVID-19: CHO suspende consultas e cirurgias não-urgentes como medida de prevenção

hospitalcaldasrainha

A suspensão de consultas e cirurgias não-urgentes integra o conjunto de medidas de contenção do Covid-19 pelo CHO - Centro Hospitalar do Oeste. O Conselho de Administração da instituição pública hospitalar procedeu à implementação de novas medidas de prevenção que, segundo um comunicado enviado ao ALVORADA, “visam reforçar a segurança e protecção de utentes, visitantes e profissionais nas três unidades hospitalares”, ou seja, em Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras.

Para além da suspensão de várias consultas externas previamente agendadas - com excepção das consultas de oncologia, de paliativos, pós-operatório e de obstetrícia -, em alternativa serão implementadas consultas não-presenciais em algumas especialidades, “das quais se dará conhecimento oportunamente”. Procedeu-se ainda à suspensão da programação de intervenções cirúrgicas não-urgentes e não-oncológicas e, também, à suspensão de sessões de Medicina Física e Reabilitação.

Os utentes devem aguardar indicações de desmarcação da cirurgia e consulta programadas, uma vez que se manterá a actividade urgente ou aquela que não interfira com a utilização de espaços necessários para o eventual isolamento e/ou tratamento de doentes. O CHO sublinha que a informação clínica dos utentes internados será agora dada por telefone ao familiar que for indicado pelo utente como pessoa de contacto.

O CHO solicita ainda que apenas sejam acompanhados os utentes a consultas em casos de dependência que inviabilize a deslocação individual ao hospital. A utilização de bares e refeitórios das três unidades hospitalares está restrita aos profissionais do CHO. “Apela-se à compreensão dos familiares e acompanhantes de utentes para o cumprimento rigoroso das restrições criadas nas visitas aos doentes internados”, sublinha a instituição liderada por Elsa Baião.

O Conselho de Administração do CHO encontra-se ainda a ponderar medidas que minimizem o impacto destas medidas, agora aprovadas, para implementação imediata nos três hospitais oestinos.

Relembra-se a todos a necessidade de adopção de medidas de higiene e etiqueta respiratória para reduzir a exposição e transmissão da doença: tapar o nariz e a boca quando espirrar ou tossir, com um lenço de papel ou com o antebraço, nunca com as mãos, e deitar sempre o lenço de papel no lixo. Lavar as mãos frequentemente e sempre que se assoar, espirrar, tossir ou após contacto directo com pessoas doentes. Deve lavá-las durante 20 segundos (o tempo que demora a cantar os ‘Parabéns’) com água e sabão. Evitar contacto próximo com pessoas com infecção respiratória, evitar tocar na cara com as mãos e evitar partilhar objectos pessoais ou comida, são outras medidas aconselhadas pelos responsáveis médicos. Deve evitar aglomerados populacionais e eventos sociais e utilizar máscara apenas se tiver sintomas respiratórios: tosse, falta de ar e cansaço.

O Conselho de Administração do CHO reforça que “a população poderá continuar a contar com o elevado profissionalismo, entrega e empenho dos profissionais deste Centro Hospitalar, que neste momento de grande exigência e responsabilidade individual e profissional, continuam a cumprir a sua missão na prestação de cuidados de saúde, e a quem se agradece o esforço colectivo".

O CHO - Centro Hospitalar do Oeste tem uma área de influência constituída pelas populações dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça e de Mafra.

Texto: ALVORADA
Fotografia: Sofia de Medeiros/ALVORADA (arquivo)