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PSD/Lourinhã justifica voto contra do orçamento da Câmara Municipal por ser um engodo

PSD Lourinha IV

Um “autêntico engodo” lançado aos munícipes em ano eleitoral. É desta forma que o PSD/Lourinhã classifica as Grandes Opções do Plano e Orçamento da Câmara Municipal para 2021, que foi aprovado pela maioria socialista no passado dia 17 de Novembro, no valor de 30.777.878 euros, que é também o maior de sempre da história da edilidade. Em comunicado enviado ao ALVORADA, a estrutura social-democrata destaca que os três vereadores do partido votaram contra o documento e acusam executivo socialista de “má gestão e erros de programação de obras municipais, e de uma continuidade de medidas avulsas (sem qualquer planeamento e desenvolvimento estratégico), típico de quem já está no poder há demasiado tempo e já esgotou as ideias e ambição”.

O PSD, acrescenta o comunicado, lamenta ainda que “o considerável aumento da receita não tenha sido usado para criar o investimento tão necessário nas diversas áreas de actuação e que o PS continue a actuar como o dono do espaço público, o que muito tem contribuído para as já habituais derrapagens e para resultados que ficam aquém das justas expectativas criadas ao longo dos anos”. Para os vereadores social-democratas, este é mais um orçamento que “falha redondamente em projectos dinamizadores do turismo e da agricultura, que se esquece da Aguardente DOC Lourinhã (que nem uma palavra merece no documento) e que continua a não apresentar soluções para a fixação da população, para reverter a degradação do Forte de Paimogo ou para reduzir o efeito das cheias do Rio Grande”.

Também na área do apoio social, os vereadores da oposição - Vanda Oliveira, António Augusto Antunes e Ana Filipa Caixaria - sublinharam que o executivo liderado por João Duarte Carvalho continua a não considerar ”a criação de uma Unidade de Cuidados Continuados, que tanta falta faz ao município, assim como uma unidade de gestão de Emergências Sociais tão importante nestes tempos de pandemia, calamidade social que está igualmente omitida neste orçamento, ou pelo menos não se vislumbram medidas excepcionais que mitiguem as dificuldade sociais que aí vêm”.

O PSD/Lourinhã conclui assim que “a gestão propagandística e a estratégia de impacto negativo no desenvolvimento económico e social do concelho, que este orçamento representa, não serve a Lourinhã”.

Trata-se do último orçamento deste mandato, dado que em Outubro do próximo ano deverão realizar-se as eleições autárquicas. Os documentos terão agora de ser aprovados na próxima sessão da Assembleia Municipal da Lourinhã, com a natural expectativa que serão aprovados porque o PS detém também a maioria neste órgão autárquico.

Texto: ALVORADA