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DIÁSPORA-COVID-19: testemunho de Ana Antunes, da Feteira, que reside no Canadá

Toronto Ana Antunes

Como está a viver a Diáspora da Lourinhã este novo tempo, em que o centro das atenções é a pandemia da Covid-19? O ALVORADA iniciou a partilha de testemunhos de vida dos emigrantes lourinhanenses que se encontram espalhados pelos quatro cantos do mundo.

Neste tempo difícil que todos atravessamos, com uma pandemia que reduz ao máximo o contacto entre todos, queremos desta forma manter bem vivo o que nos une. Queremos contribuir para que quem esteja longe, fique mais perto de nós, na Lourinhã.

Partilhe e, caso tenha algum familiar e amigo que queira que o contactemos, para aqui deixar o seu testemunho, envie-nos mensagem pelo nosso Facebook ou para o endereço electrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Fique em segurança. Cuide de si e dos outros!

Este 13º testemunho é de Ana Antunes, da Feteira, que reside em Toronto, no Canadá:

Olá! O meu nome é Ana Antunes, vivo em Toronto e foi-me pedido para escrever um pequeno texto sobre o que se está aqui a passar nesta cidade.

Por aqui já há várias pessoas em quarentena, mas não é meu caso, nem o do meu marido. Mas tudo o que se que passa vai-nos preocupando, em especial porque estamos longe dos filhos e da família (e a ver como está Portugal).

Por enquanto aqui ainda não está tão propagado o vírus, mas penso que pode ir-se propagando, como vai acontecendo nos outros países.

Não tomei a decisão de ficar em casa porque enquanto o Eduardo trabalhar, não vale a pena ficar, porque ele está exposto, logo não se evita nada. Na minha humilde opinião isto é muito complicado não se propagar, porque o mundo não pode parar por completo e uns param, outros não, logo é só uma mínima precaução, quando os que ficaram de quarentena voltarem vão estar em contacto com os que não tiveram oportunidade e tudo pode acontecer. Vamos viver um dia de cada vez, com esperança de dias melhores e que tudo isto nos lembre que somos todos iguais quando toca à fragilidade do ser humano, que acha que tudo pode e vivemos como tal. Só quando aparecem estas situações, fora do nosso alcance e que paramos para pensar que não somos donos do mundo, para cada um fazer o que lhe apetece, sem respeitá-lo.

Desejo que seja só um bom aviso para todos nós!