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DIÁSPORA-COVID-19: testemunho de Isabel Fernandes, de Ribamar, que reside nos Estados Unidos da América

EUA isabel Fernandes

Como está a viver a Diáspora da Lourinhã este novo tempo, em que o centro das atenções é a pandemia da Covid-19? O ALVORADA iniciou a partilha de testemunhos de vida dos emigrantes lourinhanenses que se encontram espalhados pelos quatro cantos do mundo.

Neste tempo difícil que todos atravessamos, com uma pandemia que reduz ao máximo o contacto entre todos, queremos desta forma manter bem vivo o que nos une. Queremos contribuir para que quem esteja longe, fique mais perto de nós, na Lourinhã.

Partilhe e, caso tenha algum familiar e amigo que queira que o contactemos, para aqui deixar o seu testemunho, envie-nos mensagem pelo nosso Facebook ou para o endereço electrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Fique em segurança. Cuide de si e dos outros!

Este nono testemunho é de Isabel Fernandes, de Ribamar, que reside no Estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América:

O meu nome é Isabel Fernandes. Sou natural de Ribamar e residente nos Estados Unidos há 36 anos na cidade de Yonkers, no Estado de Nova Iorque. Vejo que nestas últimas semanas, com o coronavírus a espalhar-se rapidamente, tivemos de mudar o nosso sistema de vida.

Tenho três filhos, dos quais dois estão a trabalhar de casa porque têm essa possibilidade, mas um - sendo polícia - tem que andar na rua, o que me deixa de certa forma preocupada. O meu marido, um sobrevivente de cancro, tem de ter certos cuidados, e por essa razão optámos por ficar os dois em casa até as coisas acalmarem um pouco.

Uma ida ao supermercado é difícil. Existem pessoas nas filas por duas horas à espera que os supermercados abram, há limites de compras em certos produtos e muitas prateleiras vazias. Muitas pessoas usam máscaras e luvas. Os restaurantes nesta área estão fechados ao público, mas alguns fazem ‘take out’ ou entregam em casa.

Muitas pessoas dão o devido espaço entre si, mas muitas continuam a não dar a devida importância ao problema.

Espero que tudo isto passe o mais rápido possível para o bem de todos nós e para o nosso futuro. Fiquem bem!