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Ucrânia: AIE pede redução da velocidade nas autoestradas e aumento do teletrabalho para poupar petróleo

bomba de gasolina

A Agência Internacional de Energia apelou hoje para a redução do limite de velocidade nas autoestradas e a promoção do teletrabalho três dias por semana sempre que possível para poupar petróleo e evitar problemas de abastecimento.

Num decálogo de medidas para reduzir o consumo de petróleo devido à crise gerada pela invasão da Ucrânia pela Rússia publicado hoje, a AIE pede uma redução do limite de velocidade nas autoestradas em pelo menos 10 quilómetros por hora e a promoção do teletrabalho três dias por semana sempre que possível para poupar petróleo e evitar problemas de abastecimento devido ao choque de abastecimento. A AIE calcula que se estas medidas forem aplicadas nos países desenvolvidos no prazo de quatro meses, haverá uma poupança equivalente a 2,7 milhões de barris por dia.

Outros conselhos da organização para poupar petróleo são a declaração de dias sem carros aos domingos nas cidades, tornar o transporte público mais barato, fornecer incentivos para as pessoas andarem a pé ou de bicicleta, e o estabelecimento de tráfego automóvel alternativo nas estradas em áreas urbanas.

Aumento das práticas de partilha de carros, promoção de uma condução mais eficiente para os condutores de camiões ou de entregas, maior utilização de comboios de alta velocidade e nocturnos em vez de carros, proibição de viagens aéreas quando houver alternativas e aceleração da renovação da frota para veículos elétricos ou mais eficientes são outros dos conselhos da AIE.

O diretor-executivo da agência, Fatih Birol, advertiu num comunicado que, face ao ataque da Rússia à Ucrânia, "o mundo pode enfrentar o seu maior choque de fornecimento de petróleo em décadas, com enormes implicações para as economias e as sociedades". Daí a lógica deste plano de choque, que vem juntar-se à decisão tomada pelos Estados membros no início deste mês de libertar 62,7 milhões de barris das suas reservas estratégicas para aliviar as tensões do mercado.

Texto: ALVORADA com agência Lusa