Pesquisa   Facebook Jornal Alvorada
Login

Login na sua conta

Username *
Password *
Lembrar-me

Criar uma conta

Campos marcados com (*) são obrigatórios.
Nome *
Username *
Password *
Confirmar Password *
Email *
Confirmar email *
Captcha *
Reload Captcha

Partilha da Luz da Paz de Belém na Paróquia da Lourinhã

Luz da Paz de Belem

Depois de um percurso de mais de dois mil quilómetros a ser partilhada de mão em mão, de coração em coração, chegou esta terça-feira à Igreja de Santo António a Luz da Paz de Belém, que foi partilhada com a numerosa assembleia que estava presente na missa das 19h30.

Manuela Nobre e marido, fizeram a apresentação da luz de Belém que foi trazida até ao Altar por dois escuteiros do Agrupamento 489 da Lourinhã

A ideia que preside a este movimento é que, em primeiro lugar, todos os que recebem esta luz levem para seus lares a vontade de fazer paz e partilhar com quem menos tem e que, na noite de Natal, a mostrem na sua janela, porque "Jesus, que está presente em cada uma destas candeias e velas acesas com a luz de Belém, veio para nos ensinar a levar a luz, a alegria e a paz a todos", mesmo aos que não conhecemos, mesmo aos que nos são estranhos, de acordo com as palavras do pároco, Pe. Ricardo Franco, por altura da homilia.

Este projecto foi iniciado em 1995 por Paul Rubig, deputado austríaco ao Parlamento Europeu. Cedo se tornou maior que o seu iniciador e passou a ser dedicado a pessoas carentes, tanto na Áustria como nos países vizinhos, levado por escuteiros e guias austríacos.

Todos os anos, uma criança do norte de Áustria recolhe a luz na gruta onde Jesus nasceu e leva-a para a Europa, onde é distribuída, numa cerimónia ecuménica, em Viena, semanas antes do Natal. A Luz é entregue às delegações participantes para que a façam chegar aos seus respetivos países com uma mensagem de Paz, Amor e Esperança.

Depois, em cada país, as associações aderentes fazem, em cerimónia própria, a distribuição da Luz da Paz de Belém para que os seus escuteiros a possam redistribuir pelas igrejas, casas particulares, hospitais, lares de idosos, prisões, locais públicos de desenvolvimento social, cultural, político ou em qualquer lugar onde se aprecie o seu significado.

Em Portugal, na primeira década deste século, a Luz chegava pela mão do Movimento Scout Católico de Espanha e também pela mão de um Cônsul Honorário da Áustria, residente em Albufeira, e, neste caso, a partilha da Luz era feita na Igreja Matriz desta cidade em cerimónia ecuménica com copresidência do pároco e do presidente da Câmara.

Nos nossos dias, uma delegação de escuteiros portugueses desloca-se a Viena e transporta a Luz diretamente para Portugal onde, em cerimónia nacional, é partilhada com os nossos escuteiros.

Texto e fotografia: Jorge Reis